Top 10 animes/mangás de fantasia medieval


Antes de mais nada, um agradecimento ao grande mestre da fantasia. Sem Tolkien, provavelmente nenhum destas histórias existiria

Antes de mais nada, um agradecimento ao grande mestre da fantasia. Sem Tolkien, provavelmente nenhum destas histórias existiria

Fala povo! Aproveitando o espirito do Hobbit no cinema (que eu achei muito legal, diga-se de passagem), aqui vai uma lista daqueles que considero os 10 melhores animes e mangás de fantasia medieval!

*obs.: algumas destas séries ainda estão em andamento no Japão. Mesmo assim as coloquei na lista das melhores pela qualidade das histórias apresentadas até agora, pelos mundos fantásticos, pelas mitologias e pelos personagens memoráveis que elas criaram. Ou seja, mesmo que elas acabassem hoje, sem ser concluídas, eu ainda as consideraria excelentes. Agora vamos parar de enrolar e ir logo para a lista.

10. Guerreiras Mágicas de Rayearth

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Começando a lista com uma série que acompanhou as manhãs de sábado de muita gente aqui no Brasil (pessoalmente, eu nunca conseguia acordar para ver…). Guerreiras Mágicas de Rayearth (Mahō Kishi Reiāsu) começou como um mangá criado pela Clamp publicada em 1993 pela revista Nakayoshi. A série foi adaptada para anime em 1994 e teve um OVA em 1997. A série acompanha 3 estudantes, Hikaru Shidou, Umi Ryuuzaki e Fuu Hououji. Durante uma excursão para a Torre de Tokio (afinal, é de Clamp que estamos falando), as garotas são transportadas para o mundo de Cephiro. Neste mundo fantástico as garotas se tornam guerreiras, cada uma com seu elemento (fogo, águe a vento) e recebem a missão de resgatar a princesa Esmeralda, capturada pelo alto sacerdote Zagato. Somente depois de cumprir esta missão elas poderão voltar para seu mundo. Assim, guiadas por Mokona, uma das criaturas bonitinhas mais icônicas da história doa mangás, as garotas partem para cumprir sua missão. Rayearth se destaca pelo belo traço e por misturar elementos diversos como “garotas mágicas” e mechas com fantasia medieval.

9. Caçadores de Elfas

Caçadores de Elfas visite pandatoryu
Caçadores de Elfas (Those who hunt elves) é uma série de mangá/anime Yu Yagami. O anime possui duas temporadas, Those Who Hunt Elves e Those Who Hunt Elves II, cada uma com 12 episódios. Ou seja, é uma série bem curta. A história começa quando 3 japoneses são acidentalmente transportados para um mundo de fantasia por um feitiço lançado pela sacerdotisa elfa Celcia. A elfa tenta mandá-los de volta para casa rapidamente, mas o feitiço dá errado e acaba sendo dividido em várias partes e se espalha pelo mundo. Assim, para voltar para casa os “heróis” Junpei, um campeão de karatê forte como um touro e quase tão esperto quanto um, a colegial Ritsuko, uma doida por armas de fogo e dona de tm tanque de guerra T-74 (não me perguntem como ela arrumou um, sorte que ele foi transportado junto) e a atriz ganhadora do oscar Airi, terão de percorrer o mundo para encontrar as 5 partes do feitiço, que estão tatuadas nos corpos de cinco elfas. O grupo, acompanhado de Celcia, não poupará esforços e nem as roupas das pobres elfas, para voltar para casa! Acho que não preciso dizer mais nada para provar que esta série é totalmente bizarra e hilária!

8. Bastard!! 

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Bastard!! é o sonho de todos os fãs de heavy metal transformado em mangá. O criador da série, Kazushi Hagiwara é um fanático declarado por heavy metal e por Dungeons and Dragons, e referências às suas bandas e musicas favoritas estão espalhadas por todo o mangá (como os reinos de Mettalicana, Judas e Iron-Maide).

A história se passa em um mundo de fantasia pós apocalíptico onde os reinos dependem de magia e de guerreiros para se defender de hordas de monstros que ameaçam as muralhas das cidades. 15 anos antes do começo da série este mundo quase foi dominado pelo legendário mago das trevas de 400 anos, Dark Schneider. A ambição de Dark Schneider de tomar o mundo e todas as mulheres para sí foi frustrada pelo príncipe Lars de Metallicana (uma das minhas referências favoritas). Quando a série começa, os antigos aliados de Dark Schneider, os Quatro Lordes da Destruição, estão atacando os quatro reinos para destruir os selos e libertar a deusa Anthrasax, que destruiria o mundo e criaria o mundo dos feiticeiros. Como ultima esperança para derrotar os quatro lordes, Dark Scheider, que estava aprisionado no corpo de um jovem chamado Lucien, é libertado (uma medida REALMENTE desesperada). Bastard!! tem atualmente 27 volumes lançados no Japão e ainda não foi concluída. O anime é meio confuso e a ligação entre os episódios não é muito bem feita, mas ainda é legal de se ver. Mesmo assim, eu recomendo o mangá mesmo.

7. Claymore

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Claymore é um mangá escrito e ilustrado porNorihiro Yagi desde 2001 (finalmente uma série deste milênio \o/) e adaptada para anime em 2007. A história se passa em uma ilha medieval onde os humanos são atacados por monstros chamados Yoma, capazes de assumir a forma humana e assumir a identidade de quem eles devoram. Para combater estas criaturas, um grupo misterioso chamado de “A Organização”, criou guerreiras meio humanas meio Yomas. Muito mais fortes do que qualquer guerreiro humano e capazes de detectar os yomas disfarçados, estas guerreiras, chamadas Claymores vão de cidade em cidade, derrotando yomas mediante pagamento em dinheiro para a organização. Mas como as claymores possuem a mesma energia dos yomas, chamada yoki, quando elas usam muito seus poderes, ou passam por um grande estresse, elas podem despertar seu lado yoma, tornando-se monstros chamados Despertados, muito mais poderosos do que qualquer yoma comum. A protagonista da série é Claire, a guerreira nº47 da organização. No começo, vemos Claire caçando yomas  a mando da Organização, mas com o desenrolar da história descobrimos que ela possui outros objetivos, envolvendo a vingança contra uma antiga Despertada que ninguém na organização pôde derrotar. Claymore é um mangá com uma história muito boa e cheio de reviravoltas. Embora ele se concentre em Claire no começo, logo aparecem outras guerreiras para dividir espaço com ela (tem fases inteiras em que a protagonista mal aparece), o que eu particularmente acho legal pois dá importância e permite conhecer bem as personagens secundárias (odeio quando eles são simplesmente esquecidos pelo autor)

6. Orphen 

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Sorcerous Stabber Orphen começou como uma light novel chamada “Majutsushi Orphen Haguretabi” escrita por Yoshinobu Akita e ilustrada por Yuuya Kusaka, publicada entre 1994 e 2003. Dela vieram o manga, de Yoshinobu Akita e Hajime Sawada e duas séries de anime (Sorcerous Stabber Orphen: Begins and Sorcerous Stabber Orphen: Revengecom 24 e 23 episódios respectivamente.

Orphen, o protagonista, é um feiticeiro talentoso que busca  das Relíquias de Baltander, três artefatos poderosos, necessários para enfrentar o dragão Bloody August, que tem relação com uma antiga amiga de Orphen que foi dada como morta. Orphen parte nesta busca acompanhado por seu aprendiz e por outros companheiros, enquanto tem que lidar com os magos da Torre de Fang, uma famosa escola de magias da qual Orphen já fez parte. Estes magos também querem os artefatos  e buscam destruir o dragão, mas por motivos que os levam a se tornarem inimigos de Orphen.

5. Escaflowne

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Você não está vendo errado na foto aí em cima. Escaflowne é realmente uma série de fantasia medieval baseada em mechas (e você achando que só Rayearth tinha bebido desta fonte…). Tudo começa quando Hitomi Kanzaki, uma estudante do colegial que é transportada da Terra para o planeta Gaea quando encontra com um garoto chamado Van, que aparece do nada na sua escola enquanto combate um dragão. Quando Hitomi chega a Gaea, o planeta está no meio de uma guerra entre o Império Zaibach, que tenta conseguir os poderes da antiga civilização de Atlantida, e os outros países que tentam resistir à dominação do império. Contra Zaibach estão justamente Van, que é o rei de Fanelia, e Allen, um cavaleiro, no comando de um mecha mistico chamado Escaflowne. Em Gaea os poderes psíquicos de Hitomi despertam e a garota se torna a chave para despertar os poderes de Escaflowne e deter os planos do Império. O ponto forte de Escaflowne é conseguir agradar tanto aos fãs de shonen, com a guerra e as batalhas entre os mechas, e de shoujo, com a relação entre Hitomi, Van e Allen.

4. Dragon Quest

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Dragon Quest Dai no Daibouken, ou  Fly, o Pequeno Guerreiro, é uma velha conhecida dos fãs brasileiros e uma série muito querida por aqui (é sério, nunca conheci alguém que não gostasse de Fly e que não lembrasse a musica até hoje). A série baseada  no jogo de RPG Dragon Quest da Enix tem 36 episódios e foi exibida aqui no Brasil pelo SBT em 1996 (infelizmente a emissora nunca concluiu a série).

No passado, o grande herói espadachim Avan, acompanhado por seus amigos Loca (um outro poderoso guerreiro), Leyra (uma clériga especializada em magias de cura) e Matoriv (um mago cuja especialidade eram magias de fogo) derrotaram  o Rei Demônio Hadler em uma grande batalha conhecida como “A Batalha dos Reis”. Após a derrota do Rei Demônio, todos os monstros ficaram livres das forças do Mal, que era responsável por tornar boas criaturas em máquinas assassinas. Isto não fez com que a apreensão das pessoas ficasse menor diante daquelas criaturas que um dia foram ameaças mortais. Então, o grande herói Avan reuniu todos os monstros bondosos e os levou a uma ilha que foi batizada de Ilha Dermilin. Anos depois, nesta mesma ilha mora Fly, um garoto criado por seu avô adotivo Blass (que também é um monstro). Blass tenta a todo custo ensinar magia para Fly, mas o garoto não quer saber de estudar, e sonha em ser um herói. A história começa de verdade quando Avan volta para a ilha e se oferece para ser professor de Fly. Contudo, o treino dos dois é interrompido pela subita aparição do Rei Demônio Hadler, que deveria estar morto. Hadler revela para Avan que ele trabalha para um mal muito maior, e responsável pela sua ressurreição, o Grande Rei Demônio Vearn. Para proteger Fly, Avan enfrenta Hadler e sacrifica a própria vida no combate. Mas mesmo o sacrifício do herói não é capaz de derrotar Hadler. Somente quando Fly desperta seu verdadeiro poder, representado por uma estranha marca na sua testa, é que Hadler recua. É nesta hora que Fly decide deixar a ilha para vingar seu mestre, derrotar o Rei Demônio e seu mestre e salvar o mundo.

3. Slayers

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Slayer é uma série de ação e comédia formada por 52 light novels, escritas por Hajime Kanzaka e ilustradas por Rui Araizumi, que foram adaptadas para 5 séries de anime, dois OVAs, 5 movies, vários mangás e jogos de RPG para PlayStation, Saturn e Super Nintendo, sendo considerada uma das séries mais populares dos anos 90.

Slayers acompanha as aventuras da feiticeira Lina Inverse, uma maga gananciosa, glutona, reta como uma tábua e ridiculamente poderosa e destrutiva, e de seus companheiros. Os companheiros que acompanham Lina muitas vezes mudam de uma série para outra, mas alguns são especialmente importantes como Gourry Gabriev, um espadachim forte como um touro e burro como uma porta. Gourry carrega consigo a Espada da Luz, um artefato de grande poder (e que Lina está sempre tentando roubar), e Naga, a Serpente Branca, uma feiticeira que hora é companheira, hora é a rival de Lina. Naga tem todas as curvas que Lina não tem, grande poder mágico e o juízo de um esquilo (porque todos sabem que esquilos não tem um pingo de juízo). De maneira geral as aventuras de Slayers envolvem enfrentar algum deus demônio antigo que despertou e vai destruir o mundo, enfrentar algum mago/sacerdote super poderoso, encontrar algum artefato lendário perdido e, nas horas vagas, arrebentar algum pobre grupo de bandidos esfarrapados. A mitologia da série é muito legal, as batalhas tendem a ser em nível épico e as partes cômicas são bem sem noção. Não é a toa que Slayers cativou tantos fãs ao longo dos anos.

2. Berserk

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Na primeira página do primeiro volume de Berserk (bem, depois da capa, folha de rosto e todo, índice e afins), nós vemos um cara bombadão comendo uma mulher. Do nada, ela vira um monstro e tenta devorá-lo. O cara fortão responde enfiando um canhão na boca dela e explodindo sua cabeça. Esse cara é Guts (Gatts ou Gattsu), o protagonista mais macho, fodão e ferrado da história de todos os mangás (e eu não estou exagerando). Logo de cara, já dá para ver que Berserk não é uma série para criança ou para pessoas que não gostam de violência, mas nem de longe a história se resume só a isso.

O mundo onde Gatts vive se parece muito com a Europa medieval, com reinos guerreando entre sí, nobres cruéis abusando de plebeus que mal tem o que comer e uma igreja que está mais interessada em queimar infiéis do que ajudar o povo. Mas longe dos olhos das pessoas comuns esconde-se um mundo fantástico, com elfos, espíritos, monstros e magia. Um mundo como o dos contos de fadas, mas sombrio e cruel com quem tenta se aventurar nele. Não vou falar muito sobre a história, pois é muito fácil dar spoiler importantes de Berserk, então vou dizer apenas que parte da história, que mostra o passado de Gatts, se passa na parte mais “”normal” do mundo, mostrando as guerras entre os reinos humanos e a interação de Gatts com os demais companheiros (e inimigos) dentro do grupo de mercenários chamado Bando do Falcão, do qual ele faz parte.  Em dado momento, após um dos eventos mais impressionantes que eu já lí em um mangá, o foco muda para o sobrenatural e a jornada de Gatts enfrentando demônios grotescos em busca de vingança.

O primeiro volume do mangá foi lançado em 1990 e a série ainda está em andamento no Japão (e um dos maiores medos da minha vida é do autor morrer antes de acabar). A série foi adaptada para uma série de anime, mas esta cobre só a primeira parte do mangá. Em 2012 começou a ser lançada uma série de filmes (começando com Berserk Golden Age Arc I: The Egg of the King), para adaptar o restante do mangá.

1. Record of Lodoss War

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E no topo da lista temos uma série que surgiu, literalmente, de uma partida de D&D (na época que ainda tinha role-play, bem antes dessa porcaria de 4ª edição). Em 1986, Record of Lodoss War (ou Crônicas da Ilha de Lodoss) foi criada por um grupo de jogadores de Dungeons & Dragons chamado Grupo SNE como um replay publicado na revista japonesa Comptiq. Um replay não é uma série em sí, mas sim a transcrição das sessões de RPG que o grupo jogava. A série acabou fazendo um enorme sucesso, até mesmo entre os leitores que não jogavam RPG. Assim, o dungeon master do grupo, Ryo Mizuno, adaptou as aventuras do seu grupo para uma série de light novels, que dariam origem a várias séries de mangá e anime.

Segundo a mitologia da série, há muito tempo aconteceu uma terrível batalha no continente de Alecrast entre dois deuses poderosos, Pharis (Deus da Luz) e Falaris (Deus da Escuridão). Uma luta que parecia não ter fim, arrastando com eles outros deuses, até restarem apenas outras duas deusas que se enfrentaram em batalha: Kardis (Deusa da Destruição) e Marfa (Deusa da Criação). Kardis, que lutava com o deus da escuridão, foi derrotada e amaldiçoou Alecrast, mas para evitar que a maldição se alastrasse por todo o continente, a benevolente Marfa separou o pedaço amaldiçoado, transformando-a numa ilha, um continente isolado que se chamou “Lodoss”. Após algumas centenas de anos, em uma série chamada “A Dama de Pharis”, Kardis ressuscitou como uma “deusa-demônio” que vive em um labirinto, na pequena ilha de Marmo. Muitos perderam a vida em suas mãos, até que um grupo de aventureiros consegue derrotá-la… mas para alcançar a vitória, um deles foi seduzido pela escuridão. Assim, começa  uma nova era e é chegada a hora em que um novo grupo de heróis deve levantar-se para proteger Lodoss. Heróis como Parn, o guerreiro valente, mas inexperiente, Deedlit, a elfa da luz extrovertida e apaixonada por Parn, Etoh, o clérigo bondoso e tímido, Slayn, o mago e mentor do grupo, Ghim, o anão rabugento e Woodchuck, o ladino com +10d6 em ataques furtivos. Pelos personagens, dá para ver que se trata da formação e dos arquetipos mais básicos de um jogo de RPG. E é exatamente isso que é Lodoss, uma grande campanha de RPG num mundo de fantasia riquíssimo em mitologia e histórias para contar. Um dia eu mesmo quero usar esta série em uma das minhas campanhas \o/

Ah, quase ia me esquecenco. Rrecentemente foi anunciando o relançamento de uma mas sagas mais legais do mangá de Lodoss, “A bruxa cinzenta”. Para saber mais, clique aqui.

Espero que tenham gostado da lista e que se interessem em acompanhar estas séries. Até mais e continuem imaginando!

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10 Comentários

Arquivado em Animes, Clássicos, Histórico, Mangás, Top

10 Respostas para “Top 10 animes/mangás de fantasia medieval

  1. Admito que gostei MUITO da Seleção dos Animês, mas não ver DenYuuDen aqui deixou um certo vazio em um pedacinho do meu Coração…

    • Oi Keila! Obrigado hehe. Esta série é a Densetsu no Yuusha no Densetsu né? Eu admito que ainda não assisti série. Estou dando uma pesquisada sobre ela e me pareceu mesmo legal! Vou procurar o anime para assistir e ler o mangá. Quem sabe não dou até uma editada na lista depois de conhecer melhor.
      Obrigado pelo comentário e pela dica!

  2. Pingback: Top 10 Animes de Mechas | Pandatoryu - PanTo!

  3. Anônimo

    Poxa pensei que o primeiro anime seria sword art online haha , mais cada um tem um gosto diferente neh

    • Pedro

      é concordo que cada um tem seu gosto diferente mais parando pra pensar eles vão para outro mundo … que ao inves de armas eles tem espadas mas isto nao significa que SAO é medieval.

      • Mesmo sendo dentro de um jogo, eu acho que ainda dá para considerar SAO um anime medieval. Mas eu ainda acho que os animes mais tradicionais, tipo Lodoss, são mais interessantes e representam melhor o gênero.
        Obrigado pelos comentários!

  4. Na minha humilde opinião Berserk deveria estar ocupando o 1º da top list, não há outro mangá mais foda que esse (minha opinião)…
    Em todo caso tenho que lhe agradecer, pois irei ler alguns mangás dessa sua lista hehehehehe

    • Olá Juan! Olha, se um dia Berserk efetivamente tiver um final, é bem possível que ele assuma a 1ª posição, porque é mesmo uma série muito boa.
      Disponha, espero que você os ache tão bons quanto eu acho!
      Obrigado pelo comentário.

  5. Jean Ribeiro

    Ótimo Post. Parabéns. Sou de pleno acordo que Lodoss foi, é e até então sempre será a melhor história/anime de fantasia medieval. Principalmente para pessoas como eu, que tem D&D no sangue desde pequeno. hahahahaha

    • Obrigado! Também sou muito fã de D&D (embora ache que o jogo perdeu um pouco da essência depois do 3.5), então não tinha como não falar de Lodoss hehe.

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